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		<title>Cotidiano</title>
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		<title>Eu protesto!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Preconceito existe, existiu e infelizmente sempre existirá sobre a crosta terrestre. Não, não vim hoje discutir temas óbvios acerca disso, mas sim uma coisa que já vem me incomodando há um certo tempo: preconceito contra universidades.  O negócio é simples: muita gente acha que se você não estuda na USP, por exemplo, você não tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=187&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preconceito existe, existiu e infelizmente sempre existirá sobre a crosta terrestre. Não, não vim hoje discutir temas óbvios acerca disso, mas sim uma coisa que já vem me incomodando há um certo tempo: preconceito contra universidades.</p>
<p> O negócio é simples: muita gente acha que se você não estuda na USP, por exemplo, você não tem competência para ocupar determinadas vagas no mercado. Eu, como estudante de jornalismo, sinto na pele isso. Já trabalho na área há quase dois anos em uma assessoria de imprensa, mas quero mudar de estágio, conhecer coisas novas e, principalmente, aprender algo novo. Não estudo na Cásper Líbero, PUC, ou ECA, estudo na FIAM. Diariamente mando currículos para diversas redações de revistas ou jornais daqui de São Paulo e raramente consigo alguma entrevista. Claro que emprego tá difícil pra todo mundo, mas agora pergunto: se no meu currículo estivesse escrito o nome de uma das três universidades que citei acima isso seria diferente? A resposta é sim. Não estou negando a qualidade ou competência dos alunos que estudam lá, mesmo porque eu mesma prestei vestibular e não passei. O fato é que descartar um candidato simplesmente porque ele não estuda em uma das melhores faculdades do país não me parece muito inteligente.</p>
<p> Para exemplificar ainda mais, tem um caso que testemunhei de perto: trabalhei durante meses com um garoto estudante da Cásper. O cara era um tapado, falava mal e escrevia pior ainda (tinha textos sem coesão, não sabia a diferença entre mas e mais, não sabia usar o verbo haver e ainda falava coisas do gênero “para mim fazer”). Como ele foi aprovado no vestibular é uma coisa que eu me pergunto até hoje, mas isso não vem ao caso. Por outro lado, conheço uma estudante também de jornalismo da Unip que tem simplesmente um dos textos mais claros e concisos que já li na vida, sem contar na perfeição da gramática e da facilidade que ela tem em se comunicar. Numa triagem de currículos quem sai na frente? Pois é&#8230;</p>
<p> Além do preconceito contra as faculdades não tidas como as melhores do País, existe um outro obstáculo: a galera do Recursos Humanos. Que atire a primeira pedra aquele que nunca passou por uma situação desagradável por causa daquelas ridículas dinâmicas de grupo. Elas são necessárias para algumas vagas, sei disso. Por trás de toda aquela babaquice deve ter algo realmente relevante a ser considerado por aqueles malignos entrevistadores, mas o que não entra na minha cabeça é por que que para jornalismo também existe isso. Desculpa, mas duvido muito que só de saber que animal eu gostaria de ser já dá pra sacar que eu seria uma boa estagiária ou não. Duvido também que brincar de escravos de Jó de olhos fechados faz ou não transparecer meu tino para o jornalismo. Ah, me poupe! Já tive que fazer todas essas coisas idiotas para no fim contratarem alguém da ECA justamente porque é da ECA (acho que ficou claro quando eu disse que meu problema não é com os alunos das “grandes faculdades”, mas sim como em uma seleção eles são exaltados e os outros mal são levados em consideração, né?).</p>
<p> Sei que vagas de estágio das grandes empresas de comunicação são divulgadas somente para alunos do tripé Cásper-Puc-Eca. Protesto contra esse preconceito burro. Também existem ótimos alunos em outras universidades, ainda que em menor escala, se comparado com aquelas. Falta sensibilidade e um pouquinho de coerência. Não é porque neguinho estuda na Uni Dunitê que ele não pode ter talento e um texto perfeito.  Vamos acordar, né, gente! Como alguém pode ter oportunidade de mostrar o que sabe se tem o currículo atirado com desprezo na lata de lixo logo abaixo da mesa de quem faz a seleção?  Não falo isso por “coitadismo”, mesmo porque estudo na FIAM, mesma faculdade que grandes jornalistas como Sandra Annemberg e Glenda Koslowisky se formaram, além de também estar no <a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/onde-estudar/jornalismo/fiamfaam-campus-liberdade-i-sao-paulo-sp-806-243617-26600.shtml">ranking das melhores de São Paulo</a>. O que questiono é o método pouco inteligente e muito injusto de se desclassificar um excelente candidato de qualquer outra instituição que não as exaustivamente citadas, sem ao menos conhecê-lo pessoalmente e testá-lo. Triste viu&#8230;</p>
<p>PS: e se você , coincidentemente, estiver procurando uma estagiária / freela, tô aceitando propostas! =D</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/187/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=187&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A paz do seu bolso</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Jornalísticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda como controlar melhor os gastos pessoais e evitar o fantasma das dívidas Planejar como gastar o dinheiro e controlar o orçamento doméstico são tarefas árduas para boa parte da população. Para os homens, o lançamento de um game de ação ou um carro zero da moda enchem os olhos, mas esvaziam os bolsos. Já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=181&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Aprenda como controlar melhor os gastos pessoais e evitar o fantasma das dívidas</em></p>
<p>Planejar como gastar o dinheiro e controlar o orçamento doméstico são tarefas árduas para boa parte da população. Para os homens, o lançamento de um game de ação ou um carro zero da moda enchem os olhos, mas esvaziam os bolsos. Já para as mulheres, um sapato alto ou um vestido mais ousado podem dar início a uma dívida que tende a crescer, crescer e crescer&#8230;</p>
<p> Para não cair nas tentações das grandes promoções ou extensos parcelamentos, Carlos Stempniewski, mestre em economia pela FGV e professor de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco, mostra que simples procedimentos podem ajudar muito a evitar um endividamento. “O primeiro passo é analisar sua necessidade de adquirir as liquidações e procurar passar longe delas”, afirma, enfatizando que normalmente preços baixos estimulam a compra de bens que, muitas vezes, não são tão necessários à vida cotidiana. Outra dica com relação a gastos supérfluos é analisar e enumerar prioridades. “Comprar uma TV nova para encostar a outra nem sempre é uma boa decisão, mas adquirir um computador que vai melhorar sua performance profissional é mais racional”, pondera o especialista.</p>
<p> Maria Lúcia Silva, 47, é doméstica há mais de 20 anos e controla todo o orçamento de casa, onde mora com seu filho Allan, 21 anos. Lúcia afirma que a renda do lar é obtida somente através do trabalho dela, pois o rapaz está desempregado há cerca de três meses. “Todo meu salário entra de um lado e sai do outro. Se hoje recebo, amanhã tenho água, luz, telefone, gás, alimentação e aluguel pra pagar, não sobra quase nada”, diz. Stempniewski dá a dica para quem tem o orçamento um pouquinho mais frágil: “Pode parecer lorota, mas fechar a torneira com frequência, não abusar do telefone e lembrar-se sempre de apagar a luz quando deixar um ambiente são atitudes imprescindíveis para quem quer economizar”.</p>
<p> Cuidado com o cartão de crédito! Para quem não se controla e compra tudo que tem vontade, este pode ser o grande vilão causador de dívidas. Temos que lembrar que além do valor pago, ainda tem os juros altíssimos cobrados pelas operadoras, chegando a mais de 10% ao mês, segundo o professor. “Mas se você conseguir administrar o seu cartão e pagar o total da fatura no vencimento, ótimo. Caso contrário, cancele-o imediatamente e utilize somente a função débito”, aconselha.</p>
<p> Para os consumistas e baladeiros de plantão, a dica é simples e fácil de ser seguida. De acordo com Carlos Stempniewski, diminuir as cervejas da balada e até mesmo deixar o carro na garagem já fazem uma diferença no orçamento ao final do mês. “As bebidas costumam ser caras nesses lugares, sem contar os gastos com gasolina e estacionamento. Experimente tomar uma dose ao invés de três e vá, uma vez ou outra, de transporte coletivo. É mais barato e seguro para aqueles que gostam de beber”, recomenda o professor.</p>
<p> Se de um lado há os solteirões que curtem uma noitada, do outro há os casais de namorados. Namorar dá gasto (e bastante!), mas como fazer para não se afundar financeiramente? “Reduzir o número de saídas para melhorar a qualidade dos lugares pode ser uma boa solução”, avalia o economista. “Ao invés de ir semanalmente na costumeira lanchonete e cinema, por que não aguardar uns dias economizando e ir a um restaurante mais caro no fim do mês?”. Tirando os excessos de um lado e compensando do outro, fica fácil manter o orçamento em equilíbrio. “Viver com economia, mas sem traumas ou severas restrições, deixa o bolso mais cheio e a consciência tranquila”, finaliza Stempniewski.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=181&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sim ao sexo, mas sem exageros</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Jornalísticos]]></category>

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		<description><![CDATA[A compulsão sexual é uma doença que não possui cura, mas sim tratamento Sudorese, mau humor, ansiedade, mudança no comportamento, alto nível de stress. Estes são sintomas comuns em mulheres acometidas pela ninfomania (ou satiríase, para os homens). O distúrbio, que nada tem a ver com “safadeza”, caracteriza-se pelo insaciável desejo sexual, segundo a psicóloga [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=177&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>A compulsão sexual é uma doença que não possui cura, mas sim tratamento</em></p>
<p>Sudorese, mau humor, ansiedade, mudança no comportamento, alto nível de stress. Estes são sintomas comuns em mulheres acometidas pela ninfomania (ou satiríase, para os homens). O distúrbio, que nada tem a ver com “safadeza”, caracteriza-se pelo insaciável desejo sexual, segundo a psicóloga Dra. Guydia Patrícia Costa. Outra característica do transtorno sexual é a falta do envolvimento afetivo, pois o paciente costuma ver o parceiro apenas como um objeto de desejo. Também conhecida como DSH (Distúrbio Sexual Hiperativo), a doença é mais séria do que pode parecer. “Não se trata apenas de uma disfunção sexual, mas sim uma desarmonia psico-sexual que, dependendo dos casos, necessita de acompanhamento psicológico”, diz.</p>
<p> O DSH não é algo de outro mundo e tem suas origens explicáveis. Geralmente a pessoa com compulsão por sexo já apresenta comportamento compulsivo desde criança, seja por doces ou por outros elementos, segundo a especialista. &#8220;O mecanismo da compulsão é o mesmo, só muda o objeto&#8221;, afirma.</p>
<p> O transtorno de sexualidade, tão prejudicial à saúde, faz com que o portador da doença tenha seu cotidiano afetado drasticamente, uma vez que a súbita necessidade de ter relação sexual o acomete em momentos inesperados. “Sinto uma necessidade quase visceral de ter esse tipo de sensação todos os dias”, afirma Vinicius Machado, 23, ator e escritor. De acordo com a psicóloga, essa necessidade profunda é uma compulsão não relacionada à produção de hormônios sexuais, diferente do que muitos pensam. “É possível até compará-la com a compulsão por comida, bebida ou compras”, afirma. Apesar do distúrbio causar alterações na vida cotidiana do paciente, muitos deles não se consideram com problemas. “Eu vou considerar a ninfomania uma doença quando começar a prejudicar a vida das pessoas que eu gosto. Por enquanto, para mim é apenas um hábito de que gosto muito”, diz Machado.</p>
<p> Apesar de conhecido por muitos, o DSH é um distúrbio que nem sempre é identificado pelo portador. “Costumo ter relações de cinco a seis vezes por semana com meu namorado, mas, por mantermos um relacionamento aberto, aos finais de semana sempre conheço outras pessoas. Não acho que tenho problemas, gosto de sexo e não considero isso uma doença”, afirma Fernanda Silva, 22, estudante.</p>
<p><strong> </strong><strong>Quando o sexo vira um drama</strong></p>
<p><strong> </strong>O excesso de apetite sexual nem sempre é positivo em uma relação. O momento de intimidade de um casal muitas vezes pode tornar-se angustiante para o parceiro de um viciado em sexo. “No começo, você pensa que é muito especial porque o companheiro manifesta desejo o tempo todo. Depois, quando a realidade se revela e você percebe que o desejo não é exatamente dirigido a você, mas que ele existe por si só, e que o objeto desse desejo pode mudar várias vezes ao dia, o seu coração se despedaça”, diz Silvana Lacerda, 38, jornalista. A compulsão sexual do parceiro pôs fim ao relacionamento de Silvana, deixando cicatrizes sentimentais. “Após várias traições, demorei dois anos para me refazer e precisei de muita terapia para ter coragem de me envolver de novo. O medo de sofrer novas humilhações me impedia de dar abertura a um relacionamento mais profundo”, afirma.</p>
<p> Outro caso semelhante ocorreu com o autônomo Fabiano Amaral, 27. Ele afirma ter namorado uma garota ninfomaníaca e que o relacionamento ficou insustentável quando sua vida social foi afetada. “Eu já nem podia mais almoçar com a família aos domingos porque era impossível estarmos todos reunidos. Ela sempre dava um jeito de me chamar e se esconder em algum canto da casa para termos relações. E isso acontecia várias vezes durante todo o dia. No começo achava divertido, mas depois eu não tinha mais paz”, diz. Apesar de Fabiano considerar o sexo um elemento muito importante numa relação amorosa, o rapaz teve que interromper o namoro por causa da compulsão de sua companheira. “Muita gente pode achar maravilhoso namorar uma pessoa assim, mas posso garantir que não é nada saudável. Havia momentos em que eu me sentia completamente sufocado, não me sentia amado ou valorizado, eu tinha a obrigação de satisfazê-la (o que era impossível) e somente isso. Assim não há amor que aguente”, finaliza.</p>
<p> Especialistas recomendam o auxílio médico logo nos primeiros sintomas para dar início ao tratamento desta compulsão. “A psicoterapia é bastante indicada nesses casos, mas o mais importante é que se tenha consciência e assuma o problema, sem medo e sem culpa”, explica a Dra. Guydia Patrícia Costa.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/177/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=177&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>#fora sarney x Ashton Kutcher</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem tem uma conta no twitter sabe que já há alguns dias a tag #forasarney tem estado em evidência. Ok, acho digno, acho lindo, acho que é um interesse justo e democrático que temos de manifestar nosso descontentamento e desapontamento com relação ao Congresso.  Acho bacana também as manifestações reais, como as passeatas que aconteceram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=173&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem uma conta no twitter sabe que já há alguns dias a tag #forasarney tem estado em evidência. Ok, acho digno, acho lindo, acho que é um interesse justo e democrático que temos de manifestar nosso descontentamento e desapontamento com relação ao Congresso.  Acho bacana também as manifestações reais, como as passeatas que aconteceram em São Luis semana passada, agora leiam isso publicado hoje no Estadão: <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=o_show_das_sub_celebridades_brasileiras&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Subcelebridades brasileiras acham que sabem fazer política via twitter</a>.</p>
<p>Pedir ajuda do Ashton Kutcher, ator de Hollywood NORTE-AMERICANO, para colaborar virtualmente com o afastamento do presidente do senado BRASILEIRO? Ah, pelo amor de Deus né, gente!!! O cara agiu muitíssimo bem, resposta melhor impossível. Não faz sentido algum. É como se o Humberto Martins quisesse dar seus pitacos sobre a questão de Guantanamo. E o que é mais impressionante é que não foram só desconhecidos que foram até o perfil do Kutcher &#8220;pedir ajuda&#8221;. Conhecidos como Marcos Mion, Rodrigo Scarpa, Sandy&amp;Jr (na verdade só o Júnior, mas se eu falasse somente Júnior ninguém saberia quem é) e até Macelo Tas entraram nessa mobilizaçãozinha atrás do cara que eu classifico como a coisa mais ridícula que já vi nesses meus 21 anos de vida. Realmente lamentável&#8230;</p>
<p> <a href="http://twitter.com/Fla_Lima">@Fla_Lima</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/173/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=173&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Não temais, irmãos!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não aguento mais ler taaaanta reclamação quanto ao fim da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Mantive-me quieta, mas agora vou dizer: queridos colegas de profissão: não temais! Sempre haverá espaço para os talentosos e competentes jornalistas diplomados. Repito: TALENTOSOS E COMPETENTES. Acredito que quem discordou da decisão do STF pensa que um diploma de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=171&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não aguento mais ler taaaanta reclamação quanto ao fim da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Mantive-me quieta, mas agora vou dizer: queridos colegas de profissão: não temais! Sempre haverá espaço para os talentosos e competentes jornalistas diplomados. Repito: TALENTOSOS E COMPETENTES.</p>
<p>Acredito que quem discordou da decisão do STF pensa que um diploma de graduação em jornalismo pode ser usado como uma bengala para um corpo capenga. Não adianta ter um belo canudo da USP, almejado com tanto esforço, se a sua vocação (sim, vocação!) para a profissão não existir, ou até mesmo a falta de empenho, porque agora vem um graduado em economia, por exemplo, e leva sua vaga. Não adianta achar que um diploma da Faculdade de Navarra te torna o melhor jornalista do mundo (vale lembrar que o nome da Instituição de Ensino conta muito num processo seletivo, mas não é o diferencial). Injustiça? Não acho. Acho que acima de tudo deve haver a garantia da qualidade da informação rápida e precisa ao público. Não creio que seja realmente apenas um pedaço de papel timbrado e carimbado que possa garantir isso.</p>
<p>A muitos pode soar estranha essa minha afirmação, ainda mais que sou estudante de jornalismo, mas a verdade é que não me assombro e não penso que meu diploma não me servirá de nada. Uma vez li no twitter: “os bons sobreviverão”. Podem ter certeza disso.</p>
<p>E estudantes que estão neste exato momento na Paulista protestando, uma dica: voltem às salas de aula e leiam diariamente, pois enquanto vocês aí fazem barulho, tem muito historiador, economista, escritor, querendo seus lugares nas principais redações do Brasil&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=171&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A mídia brasileira e a cultura durante a ditadura militar</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 20:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Jornalísticos]]></category>

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		<description><![CDATA[    Há 45 anos o Brasil atravessava uma profunda e dolorosa mudança política, social e até mesmo jornalística. O Golpe de 31 de março de 1964, que derrubou o então presidente João Goulart, acusado de comunista, foi um importante divisor de águas na história da democracia brasileira. O período da ditadura militar foi marcado, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=168&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Há 45 anos o Brasil atravessava uma profunda e dolorosa mudança política, social e até mesmo jornalística. O Golpe de 31 de março de 1964, que derrubou o então presidente João Goulart, acusado de comunista, foi um importante divisor de águas na história da democracia brasileira. O período da ditadura militar foi marcado, dentre tantas outras características, pela violência contra indivíduos e contra a imprensa.  Não é novidade que reportagens que desagradavam o regime fossem simplesmente proibidas de serem publicadas, sob pena de prisão, tortura e morte. Nos veículos de grande circulação, receitas culinárias eram publicadas no lugar de matérias contra o Governo. Com a adoção do Ato Institucional número 5, em 1968, durante o governo de Costa e Silva, ficou-se ainda mais complicado para os cidadãos e para a imprensa.</p>
<p>Na contramão da censura, foi criado o jornal semanal O Pasquim. Com humor e ironia, matérias sobre a situação política da época eram retratadas “discretamente” por jornalistas como Sérgio Cabral e Tarso de Castro, contando ainda com a participação de cartunistas como Millôr Fernandes, Ziraldo e outros. O Pasquim, apesar de ir de encontro com os interesses dos militares, ia ao encontro do interesse público. Era um tipo de mídia que manifestava características culturais de uma determinada época e de uma determinada população, embora corresse todo o risco da repressão. Mas a publicação não contava somente com noticias do Governo ou manifestações. Era basicamente comportamental, pois abordava assuntos como drogas, sexo, feminismo, divórcio, dentre outros. O lado político foi sendo desenvolvido conforme o amadurecimento da repressão da ditadura. Inúmeros jornalistas da redação foram presos e torturados a mando dos militares e até mesmo bancas de jornais que vendiam o semanário alternativo eram alvo de atentados a bomba. O Pasquim sucumbiu no início da década de 90, com seu último exemplar publicado em 11 de novembro de 1991.</p>
<p>O Pasquim foi um elemento contracultural, uma vez que valores e ideias de uma conjuntura eram questionados, embora maquiadamente.</p>
<p> Um outro veículo importante do século XX foi a revista O Cruzeiro. Apesar de sua criação ter sido dada muito antes do período do regime militar, seu último exemplar foi publicado durante essa época. O Cruzeiro fazia parte das publicações dos Diários Associados, o maior conglomerado de comunicação do Brasil, fundado por Assis Chateaubriand. Entre os variados assuntos abordados, eram destaques notícias sobre os astros de Hollywood, atletas famosos e cinema. Os elementos da <em>midcult </em>elencados naquela revista eram usados para chamar a atenção da massa para os malefícios da ditadura e até mesmo burlar possíveis censuras. Matérias de interesse público eram sempre produzidas e elementos da <em>off-Broadway </em>eram uma constante na revista (uma vez que reportagens sobre a baixa cultura da época eram uma constante). O Cruzeiro misturava realidade com ficção, buscando de uma forma alternativa expor os problemas da sociedade da época. A cultura, em geral, era o centro das atenções do conteúdo da revista.</p>
<p> Não são apenas importantes veículos midiáticos que fazem parte do leque de cultura de uma determinada época. A presença de O Pasquim e O Cruzeiro foram importantes na construção da imprensa que temos hoje, seja pela forma, seja pelo conteúdo. A cultura era retratada naquelas revistas de forma a expressar para os leitores de um modo claro, certas vezes despojado, e quase sempre irônico, fugindo da repressão militar.</p>
<p> Acerca do assunto estudado, um outro aspecto cultural que pôde ser observado durante os 21 anos do regime militar foi a Jovem Guarda. Fundado pelos cantores Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléia, o movimento teve início na metade da década de 60. Uma mistura de música, moda e comportamento marcou época e gerações, influenciando no modo de agir e pensar de milhões de jovens brasileiros. A<em> midcult</em> determinada pela Jovem Guarda consistia em arrastar, basicamente, os jovens, mas, aos poucos, os mais velhos também foram atraídos pelo movimento. O período de decadência da Jovem Guarda deu-se pela ascensão de um novo grupo. Também formado por compositores, a Tropicália foi um dos responsáveis pelo “esvaziamento” do movimento liderado pelo cabeludo Roberto Carlos.</p>
<p> “A Tropicália é uma Jovem Guarda com consciência das coisas”. Assim Erasmo Carlos definiu o manifesto liderado por Gilberto Gil e Caetano Veloso. Com influência da cultura pop nacional, o Tropicalismo também tem ligações com o movimento antropofágico das décadas de 20 e 30 (liderado por expressivos artistas como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, dentre outros). O misto de poesias de vanguarda concretista nas letras das canções com a estética do pop art eram características <em>midcult</em>, uma vez que eram mesclados o melhor da<em> hype</em> (poesias concretistas) com o melhor do conceito de <em>off-Broadway </em>( canções pop que estão em ascendência para a <em>hype</em>).</p>
<p>O movimento Tropicalista não se constitui apenas na música popular brasileira. O cinema também sofreu influências . O Cinema Novo, de Glauber Rocha, tinha como característica fugir das grandes estruturas hollywoodianas e mostrar a realidade brasileira ao povo. Com “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, Glauber Rocha e outros cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues e Joaquim Pedro de Andrade faziam de uma produção barata de cinema uma grande história a ser contada a muitas gerações. Era a contracultura chegando, mais uma vez, às grandes massas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/168/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/168/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=168&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>AS MALDITAS COTAS!</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 17:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícias sobre as cotas para afrodescendentes e indígenas nos desfiles da SPFW estão estampadas em todos os portais desde o começo da semana. Eu, como representante negra, falo com todas as letras: É POR COISAS ASSIM QUE O PRECONCEITO TENDE A NUNCA DESAPARECER.  É inaceitável que um órgão como o Ministério Público do Estado de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=162&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias sobre as cotas para afrodescendentes e indígenas nos desfiles da SPFW estão estampadas em todos os portais desde o começo da semana. Eu, como representante negra, falo com todas as letras: É POR COISAS ASSIM QUE O PRECONCEITO TENDE A NUNCA DESAPARECER.</p>
<p> É inaceitável que um órgão como o Ministério Público do Estado de São Paulo incentive que as grifes contratem 10% de modelos negros e indígenas em seu casting. É extremamente humilhante saber que você está desfilando porque sua descendência é hostilizada e “merece ter uma chance” de estar ali. Também acho de mau gosto conseguir uma vaga em algum curso concorridíssimo em alguma universidade federal, desqualificando outro estudante que certamente estudou muito mais e teria muito mais mérito (sim, porque o negro e/ou índio que sabe que vai entrar pelo sistema de cota não vai se preocupar em queimar os neurônios de tanto estudar, não vai abdicar da sua vida social pensando na universidade nem vai abandonar os amigos e a família em prol do único objetivo que é entrar em uma universidade pública. Eu, sabendo que minha cor me ajudaria 100% nisso, passaria bem longe dos livros e já iria preparar o guache para me pintar no trote). É justo com os outros? É bacana saber que você só não conseguirá se matricular este ano porque veio um negrinho ou curumim e SEM ESFORÇO NENHUM tomou sua tão merecida vaga? Gente, desculpa, mas isso é irracional! Isso só faz aumentar o preconceito, só faz nascer raiva entre as etnias.</p>
<p> A única coisa que me choca mais que tudo é saber que parte dos “beneficiados” concorda com essa estupidez. Em uma matéria do <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1163641-7084,00-INCENTIVO+A+MODELOS+NEGRAS+NA+PASSARELA+E+POLEMICA+ENTRE+FASHIONISTAS.html">G1</a> publicada hoje, uma modelo negra diz que “com essa medida os negros terão mais oportunidade”. Acredito sim que por um lado possa realmente existir preconceito por parte das agências (ainda que inconsciente, afinal, o padrão de beleza internacional NÃO É o negro), mas não acho que criar cotas seja a solução para isso. O negro ou o índio que quiser ser merecedor de uma SPFW que faça por onde merecer. Barack Obama não precisou de cotas para chegar à Casa Branca, assim como a Glória Maria não recebeu nenhuma carta da Rede Globo dizendo “Ei negrinha, você acaba de ser aceita aqui na Globo pois você é negra e imaginamos que seja muito difícil pra você vencer na vida, não é mesmo? Não fique mais triste, a partir de hoje você está contratada e apresentará o Fantástico! Parabéns!”.  Absurdo? Tanto quanto essas ridículas cotas.</p>
<p>Mais sobre o assunto, visite <a href="http://blogdoleandrovieira.wordpress.com/2009/05/19/a-desgraca-das-cotas-o-cotismo-quer-institucionalizar-o-conceito-de-raca/">aqui</a> e<a href="http://fantasiolandia.wordpress.com/2009/05/22/brasil-um-pais-cotista/"> aqui</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/162/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=162&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Um carro branco entre milhares</title>
		<link>http://flavianascimento.wordpress.com/2009/03/24/um-carro-branco-entre-milhares/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 18:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Jornalísticos]]></category>

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		<description><![CDATA[A rotina de um taxista paraibano em São Paulo esconde curiosidades   Histórias de nordestinos que vieram para São Paulo não são raras. Desde 1960, milhares deles migraram para a terra da garoa em busca de novas oportunidades de emprego e possibilidade de uma vida estável. Com Francisco de Assis da Silva, 54, não foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=160&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A rotina de um taxista paraibano em São Paulo esconde curiosidades</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Histórias de nordestinos que vieram para São Paulo não são raras. Desde 1960, milhares deles migraram para a terra da garoa em busca de novas oportunidades de emprego e possibilidade de uma vida estável. Com Francisco de Assis da Silva, 54, não foi diferente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Nascido em Campina Grande, na Paraíba, Chico, como prefere ser chamado, mudou-se para São Paulo aos 16 anos. “Fui vendedor de rua, vendia desde móveis usados até maço de cigarros”, diz. Com a pequena verba, não era possível manter a mãe e mais três irmãos, por isso ele optou por sair de casa e tentar a sorte em outro lugar. Na capital paulista, o paraibano conseguiu seu primeiro emprego em uma empresa fazendo entrega como motorista. A partir daí adquiriu gosto pelo volante, e desde 1985 atua como taxista autônomo. “Eu queria trabalhar para mim, não queria depender de ninguém nem ter que encarar o mau humor do chefe estressado”, diz aos risos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Para alguém que não nasceu numa metrópole como São Paulo, pode parecer assustador andar por tantas ruas e avenidas que levam a tantos lugares. Chico foi, aos poucos, se entrosando com a dinâmica da cidade e seus endereços. Primeiro, foi conhecendo bem a zona leste, principalmente os bairros da Penha, Vila Matilde e Aricanduva. Depois, já dominando a região, ele passou a fazer corridas mais longas. Hoje, ele afirma que conhece cada canto de São Paulo como conhece Campina Grande. “Desde sempre faço ponto no metrô Penha. A gente vai se familiarizando, vai reconhecendo as ruas e quando vê, já está lá no Jabaquara”, afirma. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Apesar de o táxi ser um meio de transporte caro, o taxista não acredita que possa perder espaço para o transporte coletivo urbano. “O táxi de São Paulo é o mais caro do Brasil, mas pra compensar, essa cidade é muito grande e o dinheiro está sempre circulando. Passageiro nunca me faltou, graças a Deus”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Nestes quase 24 anos de profissão, Chico coleciona histórias tristes e alegres. Ele já foi assaltado duas vezes, ambas à mão armada; recebeu a notícia de que seria avô em pleno o congestionamento da avenida Rubem Berta, e já fez uma longa corrida que, ao final, o passageiro avisou que não tinha dinheiro para pagá-lo. “E já foi mais de uma vez que isso me aconteceu! Da última, a moça foi da cidade universitária até a avenida Paulista, e quando chegamos, ela disse que havia esquecido a carteira em casa&#8230;o que eu poderia fazer? Matá-la? Ela simplesmente me entregou um cartão de visita com um número de telefone que nunca atendia”, relembra. Apesar de trabalhar cerca de 10 horas por dia, (“aos domingos um pouco menos e nos feriados sempre descanso”), o taxista afirma que nunca bateu o carro, nem mesmo de leve. O trânsito caótico de São Paulo nunca o envolveu em acidentes. “Considero-me um motorista de sorte, mas também sei que dirijo com responsabilidade e de forma defensiva”, diz.</span></span></p>
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		<title>Parabéns, São Paulo!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 00:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variados]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje  minha cidade completa 455 anos. Os cariocas que me desculpem, mas São Paulo sim é que é e sempre será, pra mim, a cidade maravilhosa. É graças a ela que esse Brasil é Brasil! Parabéns, Sampa! Só acho mancada o feriado cair bem no domingo&#8230;<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=154&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje  minha cidade completa 455 anos. Os cariocas que me desculpem, mas São Paulo sim é que é e sempre será, pra mim, a cidade maravilhosa. É graças a ela que esse Brasil é Brasil!</p>
<p>Parabéns, Sampa!</p>
<p>Só acho mancada o feriado cair bem no domingo&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/154/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=154&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>De volta ao blog e em busca do melhor!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 18:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variados]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase dois meses não apareço por aqui, tenho deixado às traças esse humilde blog. Pretendo reativá-lo com bizarrices da internet, pitacos maldosos (ou não) de minha parte e, quando as aulas voltarem, com mais textos produzidos seriamente. Por falar em aulas, acredito que a grande maioria das pessoas que me leem (já aderi à [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=152&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Há quase dois meses não apareço por aqui, tenho deixado às traças esse humilde blog. Pretendo reativá-lo com bizarrices da internet, pitacos maldosos (ou não) de minha parte e, quando as aulas voltarem, com mais textos produzidos seriamente.</p>
<p>Por falar em aulas, acredito que a grande maioria das pessoas que me leem (já aderi à reforma ortográfica) é de universitários. Pobres seres. Assim como eu, ralam quatro anos ou mais, e uma das principais preocupações que temos nessa fase da vida é com o estágio. E é disso que tratarei hoje.</p>
<p>Quando o camarada entra na faculdade, ele logo já pensa em trabalhar na área (além das viagens com a galera, do bar depois da aula e do tradicional truco). E aí começa a incessante busca, seja através da internet, seja por indicação de algum professor bacana. A gente manda currículo, fica na expectativa, faz entrevista…Depois de algum tempo (e de muita paciência), alguma coisa aparece (na verdade a primeira que aparece), e o digníssimo estudante já se sente o jornalista, o advogado (estudantes de direito se sentem com o rei na barriga! Há exceções, é claro), o graduado. Pois bem, essa fase passa e vem uma outra que…</p>
<p>…é quando o menininho ou a menininha percebem que seu estágio não é o mais maravilhoso do mundo e começa a pensar em mudança. Você acorda e vê que tudo aquilo que fez ontem você vai fazer exatamente igual hoje. Começa a notar que já faz as coisas automaticamente, não hesita em procurar determinadas informações, já sabe de cor o telefone de contatos importantes e, o pior: você percebe que todos seus amigos trabalham menos e ganham mais. FIM DA PICADA! E aí você volta ao ciclo de buscar outro estágio. Manda currículo, fica na expectativa, faz entrevista…E tudo que aparece é pra mesma vaga que você trabalha ou pra uma diferente, mas o salário é a metade do que você já ganha (querendo ou não, o valor da tal bolsa-auxílio pesa e muito). É dura essa vida, meu caro, mas é legal lembrar que milhões de brasileiros passam exatamente por isso também.</p>
<p>Insatisfeito com seu estágio? Não cruze os braços nem reclame da empresa. Vá atrás de algo novo,  a internet é uma ótima ferramenta para isso. Portais como o do <a href="http://www.ciee.org.br/portal/index.asp"><span style="color:#4779ac;">CIEE</span></a>, <a href="http://www.nube.com.br/home_html"><span style="color:#4779ac;">Nube</span></a>, <a href="http://flavianascimento.wordpress.com/wp-admin/www.catho.com.br"><span style="color:#4779ac;">Catho</span></a>, <a href="http://flavianascimento.wordpress.com/wp-admin/www.curriculum.com.br"><span style="color:#4779ac;">Curriculum</span></a>, dentre vários outros podem te ajudar, sem contar o famoso link “Trabalhe conosco” que estão nos sites da empresas. Vamo lá, povo, boa sorte a nós!</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/flavianascimento.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/flavianascimento.wordpress.com/152/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=flavianascimento.wordpress.com&amp;blog=4003956&amp;post=152&amp;subd=flavianascimento&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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